Mais de 1.100 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Novo Ensino Médio participaram da abertura da Olimpíada 2023 do Colégio Catarinense
Com o tema “Cultura da Paz”, mais de 1.100 alunos do CC participaram, no dia 10 de julho, da abertura da Olimpíada 2023 no Ginásio Ivo Silveira. Por conta da chuva da madrugada, a abertura foi transferida do campão para o Ginásio, o qual estava lotado de pais e familiares que prestigiaram o evento com os atletas.
Os estudantes das turmas do Terceirão, Fernando Prazeres Menezes (3ªD), Ana Tereza Veras Pacheco (3ªC), Júlia Battisti Santos (3ªA) e Dante Ferreira Margotti (3ªB) carregaram a bandeira olímpica. Já os estudantes Lorena Silva Plotze (3ªC), Pedro Henrique Stangler da Cunha (3ªD), Lucas Michels Steiner (3ªC) e Arthur Wainstein Paiva (3ªA) foram os escolhidos para carregar a bandeira da escola. Na sequência, os alunos Helena dos Santos Pauli (3ªA) e Gustavo Durieux Reitz (3ªB) acenderam a pira olímpica, e o juramento dos atletas foi conduzido por Sophia Dalpasquale (3ªA) e por Thiago Spoganicz Weschenfelder (3ªB).
Alegria, entusiasmo, agitação e adrenalina marcaram a manhã de apresentações das equipes, que se superaram em criatividade e empolgação. “O tema escolhido para este ano privilegia o diálogo e a mediação na resolução de conflitos, com o objetivo de abandonar atitudes e ações violentas, respeitando os diferentes modos de pensar e agir”, lembrou o professor Marcos Lacau da Silveira, coordenador das Atividades Complementares e responsável pela Olimpíada.
O Diretor-geral da escola, Padre Eduardo Roberto Severino, destacou, em sua fala, que “a Olimpíada do Colégio está revestida dos princípios de tolerância, solidariedade, respeito à vida e aos direitos individuais, tão essenciais à cultura da paz e aos valores cristãos e inacianos de cuidado com a pessoa em sua formação integral”. E finalizou desejando que a Olimpíada seja uma contribuição afetiva e efetiva para a formação de cidadãos competentes, criativos, compassivos, conscientes e comprometidos com um futuro melhor para todos.
Além das atividades esportivas e culturais coletivas, como futebol de campo e salão, handebol, voleibol e basquetebol, beach tennis, spelling bee (soletração), gincana de robótica, quiz, os atletas também participam nas modalidades individuais, como atletismo, tênis de mesa, corrida rústica e xadrez. As disputas dos jogos coletivos iniciaram no período da tarde e prosseguem até o próximo sábado, dia 15 de julho, com as partidas finais de futebol de campo e salão, voleibol, basquetebol e handebol, que terão transmissão ao vivo, pelo canal do YouTube do Colégio Catarinense. Inscreva-se no canal e acompanhe de perto as partidas.
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Estudantes participam de encontro preparatório para a 6ª edição do EFI
No dia 27 de junho, 32 estudantes do Colégio Catarinense participaram do encontro de preparação para a 6ª edição do Encontro de Formação Integral (EFI). Essa experiência aconteceu na Casa de Retiros Vila Fátima – em Florianópolis – e teve como objetivos escolher os cinco representantes para o 6º EFI e promover uma vivência humana integradora entre os estudantes das turmas de 1ª e 2ª série do Novo Ensino Médio. A sexta edição do EFI vai acontecer na Casa da Juventude do Colégio Anchieta, na Vila Oliva, em Caxias do Sul/RS entre os dias 2 e 11 de outubro.
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Alunos do Novo Ensino Médio do Colégio Catarinense participam da 30ª edição do Parlamento Jovem, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC)
Estudantes do Ensino Médio de oito escolas catarinenses, de diferentes regiões do estado, foram empossados ontem (29/05) como deputados jovens do programa Parlamento Jovem, iniciativa promovida pela Escola do Legislativo da ALESC.
O Colégio Catarinense participa desta edição com a presença de cinco estudantes titulares, todos do Novo Ensino Médio, eleitos em eleição direta entre todas as turmas que participam da disciplina eletiva SiEM/ONU, coordenada pelo professor de Geografia, Rodrigo dos Passos. Também foram eleitos dois suplentes, mas que não estão participando das atividades neste momento. Esta é a primeira vez que o Catarinense foi sorteado para participar do programa, que está em sua 30ª edição.
O Parlamento Jovem tem como objetivo possibilitar aos estudantes de escolas públicas e privadas a vivência do processo democrático, mediante participação em uma jornada parlamentar na Assembleia Legislativa, com diplomação e exercício do mandato. Prevê, ainda, momentos de reflexão e ampliação de conhecimentos sobre política e democracia, além da compreensão sobre o funcionamento do Poder Legislativo.
Na manhã de hoje (30), os alunos participaram de uma palestra, realizada na ALESC, sobre os procedimentos para a tramitação de projetos no legislativo, além de atividades sobre a elaboração desses projetos.
Titulares:
Kaique Raupp Amandio – 1ª série E
Miguel Diamantopolos Neme – 1ª série B
Julia Marques Frota – 1ª série B
Natalia Zambelli Antognoni – 1ª série C
Larissa Ferreira Daussen – 1ª série E
Suplentes:
Alice Caitano Bastos – 1ª série B
Cecilia Murakami da Silva – 1ª série E
Escolas participantes
Colégio Catarinense, de Florianópolis
Colégio Cenecista Pedro Fayal, de Itajaí
EEB General Osório, de Três Barras
EEB Sara Castelhano Kleinkauf, de Guaraciaba
EEB Manoel Cruz, de São Joaquim
EEB Elza Granzotto, de Jaraguá do Sul
EEB Prefeito Agenor Piovezan, de Erval Velho
EEB Luiz Tramontin, de Forquilhinha
Alunos das turmas de 4º e 5º ano participam de projeto sobre combate ao bullying, cyberbullying e cuidados com a utilização das tecnologias de informação e comunicação
Os últimos atos de violência emocionados em escolas do país têm alertado as comunidades educativas para as questões de bullying e cyberbullying , temas que estão inseridos no contexto escolar com muita frequência. A saúde mental de crianças, jovens e adultos é outro assunto de grande culto para entendermos o momento atual, principalmente após os efeitos nefastos da pandemia.
O bullying é uma situação caracterizada por agressões intencionais, feitas de maneira repetitiva por um ou mais indivíduos contra uma ou mais pessoas. A palavra vem do inglês, bully , que significa valentão ou brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como uma ameaça, humilhação e intimidação. Já o cyberbullying é o bullying realizado pelo meio das tecnologias digitais. Pode ocorrer nas mídias sociais, plataformas de mensagens, plataformas de jogos e celulares. É o comportamento repetição, com intenção de assustar, enfurecer ou envergonhar aqueles que são vítimas.
Há alguns anos, o Colégio Catarinense vem tratando/trabalhando do assunto com todos os estudantes, da Educação Infantil até o Novo Ensino Médio. Aproveitando o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, data criada em 2016 pela Lei de nº 13.277, a escola deu continuidade ao projeto “Roda de Conversa” com os alunos, para falar das questões que envolvem esses tipos de agressões e trabalhar a comunicação não-violenta. O projeto apresenta, de forma prática e acessível, orientações acerca das diferenças entre bullying , cyberbullyinge suas variantes, a fim de provocar reflexão sobre o tema, prevenir e combater ações que possam agregar ou intimidar, promover o respeito às diferenças e proporcionar um ambiente que favoreça o equilíbrio das relações entre educandos e pais.
Os alunos de todas as turmas de 4º e 5º ano, orientados pela psicóloga e professora Indianara Machado Eusébio e pela orientadora de aprendizagem da Unidade de Ensino I, Adriana Maurina Chaplin Savedra de Araújo, participaram de um encontro educativo sobre a prevenção de atos de violência física e psicológica, como intimidação, humilhação, xingamentos e agressão física, de uma pessoa ou grupo contra um educando no ambiente físico ou virtual. A educadora explicou, ainda, a importância e o cuidado de que todos devem ter ao compartilhar imagens e textos nas mídias sociais e quanto ações causam desse tipo de sofrimento aos envolvidos, como também quanto à autoexposição nas redes sociais, mídias e plataformas de entretenimento.
O momento de debate também teve por objetivo desenvolver nos alunos as dimensões socioemocionais e espirituais-religiosas, com foco na empatia, ética, cultura digital, autoconhecimento, criatividade, emoção e mediação e resolução de conflitos que ocorrem entre alunos e comunidade na qual estão inseridos .
O próximo passo será ampliar o projeto para outras turmas do Ensino Fundamental (anos iniciais) e promover ações em sala de aula que tratem dos temas, incluindo novas rodas de conversa e momentos de orientação.



























































































































































































































































































































































































































































































































