Pinheiral: diversão e companheirismo com alto-astral

Imagine um local rodeado por bela natureza, simplicidade e diferentes possibilidades para você se divertir com os amigos: essa é a Casa da Juventude Pinheiral. Praticamente em todos os finais de semana, durante o ano letivo, há grupos organizados pelo Colégio Catarinense que desfrutam da natureza que rodeia a casa. Ir a Pinheiral significa vivenciar uma experiência única de amizade, colaboração e espírito de grupo.

A casa não oferece luxo, mas agrada por outros motivos. Lá, desde o primeiro momento, as pessoas vivem a simplicidade da vida, o desafio de vencer seus próprios limites e resgatar o que é mais importante: Deus, os amigos, os verdadeiros valores da verdade, justiça e solidariedade, além de possibilitar o contato direto com a natureza e a cultura de uma comunidade do interior.

Os grupos são acompanhados pela equipe responsável, professores e monitores, muitos deles ex-alunos que cultivam seus vínculos com o Colégio Catarinense e com o “espírito Pinheiral”. Além de alunos, grupos de pais e ex-alunos reservam finais de semana para o encontro na casa.

Uma casa repleta de histórias

A Casa da Juventude, na vila de Pinheiral, município de Major Gercino, foi construída em 1941 para abrigar um seminário menor, contribuindo com a formação de futuros padres e irmãos jesuítas. Tempos depois, o seminário foi desativado, e, em 1959, a primeira turma de alunos visitou a casa nas férias de janeiro. Desde então, com breves interrupções, Pinheiral, como ficou conhecida, é a casa de encontros, formação e férias dos alunos do Colégio. O modelo inicial era semelhante a uma colônia de férias: aproximadamente um mês de estadia entre dezembro e fevereiro. O modelo atual de turmas, durante o final de semana, foi se impondo pela grande procura e pela necessidade de partilhar essa experiência com um maior número de alunos.

2018-02-23T22:35:13-03:00julho 25th, 2012|

Museu do Homem do Sambaqui abre as portas para visitação

Você já imaginou passear por um museu que, além do material histórico exposto, nos proporciona ouvir histórias detalhadas sobre a cultura da época? Essa é a aventura que o educador de museus, Sidney Linhares, promete para cada visitante que passa pelo “Museu do Homem do Sambaqui”.

Na tarde de hoje, 21 crianças do “Centro Educacional Lucaz”, do bairro Capoeiras, tiveram a oportunidade de conhecer e ver de perto esqueletos com aproximadamente 1000 anos, além de cerâmicas da tradição tupi-guarani, falcões, onças, moedas dos períodos Colonial, Imperial e Republicano, coleção de carapaças de vieiras, rochas metamórficas, com dois bilhões de anos, e muito mais.

As crianças tiveram o privilégio de ouvir histórias, com direito a comentários inusitados. Um dos que gerou discussão entre as crianças foi sobre a quantidade de utensílios que o homem julgava essenciais para serem enterrados com ele. “Os homens eram enterrados com 8 objetos: o arco e a flecha, a tenda, a proteção do pé, o cocar, o machado, uma faca e uma cuia. E vocês, crianças? Quantas coisas vocês têm no armário?” O questionamento de Sidney fez todas silenciarem por um momento, refletindo acerca da pergunta.

Atendendo, em média, 2 mil e quinhentas pessoas por ano, Sidney diz que essa abordagem pedagógica nasceu e se fortaleceu devido à Pós-graduação em Pedagogia Inaciana. “Eu aprendi muito, e isso contribuiu fundamentalmente para que eu pudesse desenvolver todo esse contexto”, revela o educador.

Para quem busca conhecer o Museu do Homem do Sambaqui, com todo o acervo arqueológico, geológico, zootécnico, entre outros, está feito o convite.

Agendamento para visitas são feitos somente por telefone.

Endereço

Rua Esteves Júnior, 711,
Centro – Florianópolis – SC
CEP 88035-130
Fone: 55 (48) 3251-1516 (Vespertino: 13h30min às 17h30min)
Email: museu@colegiocatarinense.g12.br

2018-02-23T22:36:29-03:00março 13th, 2012|

Museu do Homem do Sambaqui recebe Moção de Aplausos da ALESC

Museu do Homem do Sambaqui recebe Moção de Aplausos da ALESC

O Professor Sidnei Linhares e a Direção do Colégio Catarinense receberam a Moção da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina pelo excelente trabalho desenvolvido no Museu do Homem do Sambaqui. As visitas monitoradas possuem caráter educativo e estão abertas a toda a comunidade.

A moção contém o seguinte texto: “A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, aprovando proposição da Deputada Angela Albino – PcdoB, manifesta aplausos à Direção do Colégio Catarinense e ao Professor Sidnei Linhares, coordenador do Museu do Homem do Sambaqui, pelo caráter educativo implementado nas visitas, principalmente de estudantes, ao museu, bem como pelo excelente trabalho desenvolvido nos cuidados com as coleções e ao acervo arqueológico organizado pelo Padre João Alfredo Rohr a partir de 1964. Atenciosamente, Deputado Gelson Merísio – Presidente”.

O reconhecimento, chamado moção de aplauso, tem base no Regimento Interno do Parlamento Estadual e tem como objetivo reconhecer e congratular o trabalho de pessoas e instituições. A proposta partiu da Deputada Estadual Angela Albino e foi aprovada em Sessão Plenária no dia 06 de setembro de 2011.

Para o Diretor Geral do Colégio Catarinense, Padre Mário Sündermann, SJ, a Moção confirma que o Museu Homem do Sambaqui cumpre papel importante na sociedade catarinense. “Para nós, é motivo de alegria este reconhecimento da Assembléia Legislativa. É sinal de que caminhamos no rumo certo, promovendo o acesso à história e cultura. O Museu do Homem do Sambaqui tem este propósito, além do de propagar os estudos arqueológicos realizados pelo Padre Rohr. Agradecemos à Deputada Angela Albino por esta moção e parabenizamos o professor Sidnei pelo zelo e dedicação com que atende os visitantes”, destaca a diretor.

2016-08-19T19:19:11-03:00setembro 12th, 2011|

Homem do Sambaqui na web

Homem do Sambaqui na web

Os museus são guardiões do patrimônio histórico e cultural de um povo. Para avançar na missão de propagar este valor, entram na era virtual, proporcionando visitas e pesquisas especiais na web. Seguindo este diálogo com a tecnologia, o Museu do Homem do Sambaqui chegou à internet para propagar seu vasto material histórico educativo e acadêmico. Todos os que visitam o Museu aprendem, conhecem um pouco do homem do sambaqui, como ele vivia, convivia e sobrevivia naqueles remotos tempos.

Agora, é possível viajar, em apenas alguns cliques, aos longínquos tempos, há mais de quatro mil anos atrás, e conhecer as descobertas realizadas pelo padre e pesquisador jesuíta João Alfredo Rohr,SJ. Basta acessar: www.museudohomemdosambaqui.com.br

O Museu Homem do Sambaqui está localizado no prédio do Colégio Catarinense, Centro de Florianópolis, e é aberto à visitação. Escolas e grupos fechados podem agendar a visita orientada pelo telefone 3251-1516 (das 13h30min às 17h30min)

Padre João Alfredo Rhor, SJ, vida e missão no Colégio Catarinense

Padre João Alfredo Rhor, SJ, nasceu no Rio Grande do Sul e ingressou na Companhia de Jesus no dia 28 de fevereiro de 1927, em Pareci Novo, RS. Estudou filosofia e teologia. Foi ordenado sacerdote por Dom João Becker no dia 30 de novembro de 1939, na Catedral de Porto Alegre, RS. Os últimos votos religiosos na Companhia de Jesus foram feitos no dia 15 de agosto de 1942, em Florianópolis, SC.

Foi professor do Colégio Catarinense nos primeiros anos em que esteve nesta instituição (1942-1945). Depois, foi Reitor (1946-1952) e novamente professor (1953-1964). A partir de 1957, dedicou-se às pesquisas arqueológicas e em 1965 foi Diretor do Museu do Colégio Catarinense, hoje Museu do Homem do Sambaqui.

Faleceu de câncer no dia 21 de julho de 1984, no Colégio Catarinense. Tinha 75 anos de idade e 57 como jesuíta. Alguns religiosos ficam, por um período breve, nos lugares aos quais são enviados. O Pe. João Alfredo Rohr, porém, passou os 42 anos de sua vida de jesuíta formado em Florianópolis, SC, nunca sendo transferido.

2018-02-23T22:37:14-03:00setembro 8th, 2011|
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