Alunos do 7º ano participam de palestra sobre prevenção ao uso de drogas

Na manhã desta terça-feira, 1º de julho, os alunos das turmas do 7º ano do Ensino Fundamental participaram de uma importante ação formativa, organizada pelo Serviço de Orientação de Aprendizagem (SOA), no auditório João Paulo II. A atividade integrou o programa ECAVVI – Escolhendo Caminhos, Valorizando a Vida, voltado a alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, que promove palestras educativas visando à prevenção ao uso de drogas e ao cuidado com a saúde mental.

Ministrada pelo sargento Geovani, da Polícia Militar, a palestra teve como objetivo sensibilizar os estudantes para os riscos associados ao consumo de substâncias psicoativas, além de desenvolver habilidades de tomada de decisão saudável e resistência à pressão social – uma ação conjunta para que os alunos escolham caminhos que valorizem a vida.

2025-07-02T15:57:43-03:0002/07/2025|

129 alunos do 5º ano celebram formatura do PROERD em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina

Nesta terça-feira (10/06), o Colégio Catarinense realizou a cerimônia de formatura de 129 alunos das turmas do 5º ano do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). O evento contou com a presença de estudantes, professores, colaboradores do Colégio, familiares e representantes da PMSC, reforçando o compromisso conjunto com a formação de jovens conscientes e preparados para fazer escolhas positivas.

Presente em Santa Catarina desde 1998, o PROERD completa 27 anos em 2025, levando informações essenciais e estratégias de enfrentamento às drogas e à violência para crianças e adolescentes. Baseado no programa norte-americano Drug Abuse Resistance Education (DARE), o projeto trabalha temas como a tomada de decisões responsáveis, riscos e consequências do uso de drogas, habilidades para resistir a pressões, prevenção ao bullying e cyberbullying, comunicação e busca por ajuda em situações de risco.

Sob a orientação das cabos Flávia de Souza e Aline de Medeiros e da sargento Letícia Dalla Brida da Silveira, os alunos participaram de atividades interativas e reflexivas, culminando na formatura simbólica, que aconteceu na manhã de hoje. Os alunos Bruno de Sá Martins Reis (5º ano A), Betina Vargas Kincheschi (5º ano B), Mathias Schmidt Sens dos Santos (5º ano C), Lara Arceno Citadini (5º ano D) e Ana Júlia Lourenço de Souza Santos (5º ano E) receberam honras pela conquista do prêmio de melhores redações de suas turmas. Durante a cerimônia, as crianças renovaram seu compromisso de evitar drogas, violência e bullying, guiadas pelos valores aprendidos no programa. Acompanhados pela sargento Letícia, as crianças comprometeram-se a ficar a ficar longe das drogas e da violência, evitar o bullying e dizer “não” para situações que possam prejudicar outras pessoas. Também estiveram presentes no evento as professoras regentes das turmas, além da Orientadora de Aprendizagem, Adriana Maurina Chaplin Savedra de Araujo, da Diretora Acadêmica, Louisa Carla Farina Schröter e da Chefe da Secretaria de Programas Institucionais da PMSC, a Tenente-Coronel Naíma Huk Amarante.

A diretora acadêmica do Catarinense, professora Louisa Carla Farina Schröter, destacou a importância da parceria entre família, escola e PMSC. “Dizer não às drogas é um compromisso para a vida, que deve ser cultivado com responsabilidade. Já a Tenente-Coronel Naíma Huk Amarante, chefe da Secretaria de Programas Institucionais da PMSC, agradeceu ao Colégio Catarinense pela confiança no projeto e pela integração com a comunidade escolar na luta contra a criminalidade.  A celebração terminou em alegria, com a presença do Leão DAREN, mascote do PROERD, que animou os alunos com a canção-tema do programa, reforçando a mensagem de vida saudável e segura.

O Colégio Catarinense reafirma seu apoio a essa iniciativa transformadora, que há anos contribui para a formação ética e cidadã de seus estudantes.

2025-06-10T13:16:00-03:0010/06/2025|

Alunos do 9º ano participam de palestra sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos e outras drogas

Na manhã desta quarta-feira, 14 de maio de 2025, os alunos das turmas do 9º ano do Colégio Catarinense participaram de uma palestra, promovida pelo Serviço de Orientação de Aprendizagem (SOA), no auditório João Paulo II com a pneumologista Adriana Knabben, antiga aluna da instituição. A atividade integrou o ciclo de ações pedagógicas que tratam de temas relevantes do universo adolescente, com foco na promoção da saúde e na prevenção ao uso de substâncias psicoativas.

Durante a conversa, a médica destacou os perigos associados ao consumo de drogas, como nicotina, tabaco, maconha e também os cigarros eletrônicos, popularmente conhecidos como vapes, além de outras drogas como o álcool. Ela alertou para o fato de que o cérebro do adolescente ainda está em formação e é altamente vulnerável ao desenvolvimento da dependência química. “Nove em cada dez dependentes começam na adolescência. Por isso, precisamos falar sobre o assunto antes que o problema apareça”, afirmou em conversa ao final da palestra.

Para a especialista, outro ponto de atenção que deve estar na mente de pais e educadores é a dificuldade de identificação do uso desses dispositivos, já que o vape é pequeno e de fácil ocultação. “Às vezes os próprios pais não conseguem perceber, porque o dispositivo pode ficar escondido na mochila”, explicou.

A Dra. Adriana também destacou a importância do diálogo entre jovens, famílias e escola. “O principal é conversar. Os filhos precisam ter abertura para falar com os pais e professores, saber que não se trata de uma brincadeira. Toda droga traz prejuízos — na escola, na família, no aprendizado. O conhecimento e o diálogo são os principais caminhos para a prevenção”, orientou.

A proposta da palestra se alinha ao compromisso do Colégio Catarinense com a formação integral dos estudantes, promovendo espaços de escuta, reflexão e construção de consciência crítica. Além dos riscos associados ao uso de substâncias, o plano pedagógico também contempla temas como o uso excessivo das redes sociais e o combate ao bullying e ao cyberbullying.

2025-05-14T17:14:41-03:0014/05/2025|

Alunos do 7º ano têm palestra com Sargento da Polícia Militar sobre o bullying e o perigo das drogas

O Auditório João Paulo II foi cenário de uma palestra de muita relevância para a comunidade escolar, conduzida pelo Sargento da Polícia Militar, Geovani da Costa Pereira, que integra o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD).

O evento foi voltado para os alunos do 7º ano do Colégio Catarinense, com o intuito de promover conscientização sobre drogas, bullying e cyberbullying, temas que afetam diretamente o cotidiano dos estudantes e que são fundamentais para a construção de um ambiente escolar mais seguro e harmonioso.

Durante a palestra, o sargento Geovani detalhou o funcionamento das drogas no corpo humano, expondo de maneira didática os efeitos nocivos que essas substâncias podem causar. Ele não apenas ressaltou as consequências imediatas do uso de drogas, como também destacou os impactos a longo prazo, enfatizando como essas escolhas podem influenciar de forma negativa a vida de uma pessoa, desde a saúde, até a convivência social e o desenvolvimento pessoal. Além disso, ele aproveitou o momento para reforçar a importância de se afastar de ambientes e situações que possam incentivar o consumo dessas substâncias.

Na sequência, a palestra enfocou as questões do bullying e cyberbullying, que têm ganhado cada vez mais visibilidade no ambiente escolar e na sociedade como um todo. O sargento explicou as diferentes formas de bullying, desde o físico até o psicológico, e como o cyberbullying tem ampliado essas agressões no ambiente digital, podendo atingir os jovens de maneira intensa e contínua. Ele alertou sobre os perigos das redes sociais quando usadas inadequadamente e reforçou a necessidade de um comportamento on-line mais consciente e responsável. Além disso, Geovani abordou a importância do respeito mútuo e da empatia dentro da escola, promovendo uma convivência mais saudável entre os colegas.

Ao final, os alunos tiveram a chance de fazer perguntas e compartilhar suas experiências, tornando o encontro ainda mais interativo e significativo para todos os presentes.

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2024-10-16T11:37:08-03:0016/10/2024|

Perita criminal da Polícia Federal conversa com alunos sobre bullying e cyberbullying

Na manhã desta quarta-feira (09), o Auditório João Paulo II foi palco de uma importante palestra com a perita criminal da Polícia Federal, Márcia Aiko Tsunoda, especialista em informática forense, sobre bullying, cyberbullying e prevenção ao uso de drogas. O evento, voltado para alunos do 6º ano do Colégio Catarinense, visou conscientizar sobre temas cruciais na fase da pré-adolescência, contribuindo para a construção de um ambiente escolar mais seguro e saudável.

Atuando no combate a crimes cibernéticos, Márcia Tsunoda trouxe uma abordagem impactante, destacando as consequências do bullying e do cyberbullying no contexto escolar e na vida pessoal. Os alunos foram expostos a orientações práticas, ampliando a compreensão sobre o impacto dessas ações na saúde mental e no bem-estar. Para tornar a palestra mais interativa, a perita conduziu um quiz, com perguntas sobre o que estava sendo apresentado, permitindo a participação dos estudantes. Durante o evento, foram discutidos temas relacionados ao trabalho da Polícia Federal, além dos perigos associados ao uso de drogas, que afetam corpo e mente.

A palestrante destacou a importância do papel da escola na prevenção ao bullying. “A adolescência é uma fase de autoafirmação e descobertas que precisa ser acompanhada de perto. É preciso ajudar os adolescentes a compreenderem que o bullying é crime, e a escola tem um papel fundamental em não fechar os olhos para os desafios atuais”, afirmou Tsunoda.

O que é considerado bullying?

A prática do bullying consiste em um conjunto de violências que se repetem por algum período. Geralmente, são agressões verbais, físicas e psicológicas que humilham, intimidam e traumatizam a vítima. Os danos causados podem ser profundos, como a depressão, os distúrbios comportamentais e até o suicídio.

A Lei nº 13.185, em vigor desde 2016, classifica o bullying como intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou discriminação. A classificação também inclui ataques físicos, insultos, ameaças, comentários e apelidos pejorativos, entre outros. A pena para quem pratica bullying é de multa, se as práticas não envolverem crimes mais graves.

Já o cyberbullying é a prática da intimidação, humilhação, exposição vexatória, perseguição, calúnia e difamação por meio de ambientes virtuais, como redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens. A incidência maior de casos ocorre entre os adolescentes, porém há um número considerável de jovens adultos que utilizam essa prática criminosa.

O cyberbullying foi criminalizado no Brasil em 15 de janeiro de 2024, com a sanção da Lei nº 14.811/2024. A nova lei incluiu no Código Penal o artigo 146-A, que tipifica o cyberbullying como crime. A pena é de reclusão de 2 a 4 anos, além de multa, se a conduta não constituir crime mais grave.

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2024-10-09T17:54:53-03:0009/10/2024|
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