Finalistas do Troféu Guga Kuerten de Excelência no Esporte/2015

O técnico Alisson Gassen, a equipe de Patinação Artística do Colégio Catarinense, e a ex-aluna Amanda Bonetti Ricci, estão entre os cinco finalistas do Troféu Guga Kuerten de Excelência no Esporte/2015, nas categorias de melhor técnico, melhor entidade esportiva e melhor atleta.

Os vencedores serão escolhidos pela Curadoria do Troféu Gustavo Kuerten, no próximo dia 7 de dezembro.           

Continuamos na torcida.

 

 

 

2018-02-23T22:28:40-03:00dezembro 2nd, 2015|

OLIMPÍADAS 2015

Depois dos Jogos de Inverno de 2010, o Canadá voltará a ser sede de um grande evento esportivo. O país irá receber os Jogos Pan-Americanos em 2015 na cidade de Toronto. Não será, porém, a primeira vez que o Pan vai ao Canadá. Em 1967 e 1999, a cidade de Winnipeg foi a sede da competição.

Toronto venceu a disputa para receber o Pan no fim de 2009. A cidade canadense ficou à frente de Lima, no Peru, e Bogotá, na Colômbia, na disputa final.

Historicamente o terceiro melhor país do Pan, atrás de Estados Unidos e Cuba, o Canadá poderá, competindo em casa, devolver a derrota que sofreu para o Brasil na edição de 2007, disputada no Rio de Janeiro. Naquela ocasião a equipe brasileira ficou com o terceiro lugar geral no quadro de medalhas, deixando os canadenses em quarto.

2017-07-05T21:05:41-03:00dezembro 2nd, 2015|

Alunos do CC são destaques na Olimpíada Mirim Regional de Matemática


No último domingo, 29 de novembro, vinte  alunos do 5º ano do Colégio Catarinense foram premiados na Olimpíada Mirim Regional de Matemática. A premiação aconteceu no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina.     Oito escolas do Estado participaram da Olimpíada, totalizando 600 alunos, de escolas públicas e particulares. Cinquenta e cinco foram premiados, dos quais 20 estudam no Colégio Catarinense.

              

A Olimpíada Regional Mirim de Matemática faz parte de um Projeto de Extensão do Departamento de Matemática, com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão (PRPE) da UFSC, através de seu Departamento de Apoio à Extensão (DAEx).

Confira abaixo, a relação de alunos premiados.

2018-02-23T22:28:40-03:00dezembro 2nd, 2015|

Entrega da medalha Mérito Cultural Cruz e Sousa em homenagem póstuma a Pe. João Alfredo Rohr

A noite de ontem (23 de novembro) foi de homenagens no Centro Integrado de Cultura, durante a entrega da medalha Mérito Cultural Cruz e Sousa. No total, sete pessoas e entidades com relevante contribuição ao patrimônio artístico e cultural catarinense receberam a premiação em 2015, como a artista plástica Lygia Helena Roussenq Neves e a Escola Municipal de Ballet da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, de Joinville. Os outro cinco homenageados, estes de forma póstuma, foram o cineasta Penna Filho; Adolfo Boos Jr., escritos catarinense; os músicos da família Sousa – José Brasilício, Álvaro e Abelardo; o jornalista, historiador e advogado José Arthur Boiteux, e o padre jesuíta, professor e arqueólogo João Alfredo Rohr. O Diretor-geral do Colégio Catarinense, Afonso Luiz Silva, representou a comunidade escolar e os jesuítas na homenagem póstuma ao Pe. Rohr.

O Pe. João Alfredo Rohr, como ficou conhecido, nasceu em 1908, em Arroio do Meio, no Vale do Rio Taquari, à beira da Serra Gaúcha, em uma comunidade formada por descendentes de alemães luteranos e católicos. No seminário, Rohr realizou seus estudos ginasiais, tendo como professores e orientadores padres e irmãos jesuítas, em sua maioria, advindos da Alemanha. Após sua admissão como noviço, Rohr lecionou Filosofia Clássica durante três anos, em São Leopoldo, no Seminário Provincial de Nossa Senhora da Conceição, que, administrado pelos jesuítas, formava candidatos ao sacerdócio pertencentes a diversas congregações religiosas e dioceses do Sul do Brasil.      De 1933 a 1936, deu aulas ao nível ginasial, nesse mesmo seminário, de Aritmética, História Natural e Italiano. Consta dessa época sua primeira experiência como administrador de um museu de colégio jesuíta, que combinava gabinetes e laboratórios de Física, Química, Astronomia e História Natural. De 1930 a 1936, Rohr também escreveu oito pequenos artigos sobre temas de História Natural, os quais foram publicados na revista do Colégio Anchieta, de Porto Alegre. De 1937 a 1940, Rohr fez seus estudos teológicos e, em 1939, foi ordenado sacerdote.

Aos 33 anos, o Pe. Rohr foi enviado para trabalhar no Colégio Catarinense, em Florianópolis, administrado pelos padres jesuítas e fundado em 1905. De 1942 a 1964, lecionou Física, Química e Ciências Naturais, e, em decorrência de suas atividades pedagógicas, assumiu e ampliou o museu já existente no Colégio. De 1946 a 1953, foi reitor da comunidade dos jesuítas de Florianópolis, diretor-geral do Colégio Catarinense e presidente do Sindicato de Estabelecimentos de Ensino Primário e Secundário de Santa Catarina. Nesse período, empreendeu obras de ampliação e reforma do Colégio e garantiu a construção de uma casa de retiros.

Com os jesuítas, muitas áreas do conhecimento foram aprofundadas, destacando-se a Arqueologia. Como ciência que estuda a sociedade humana do passado por meio de elementos materiais, a Arqueologia contou com João Alfredo Rohr como um dos pesquisadores mais ilustres de Santa Catarina. Com ele, foi edificada uma das maiores pesquisas arqueológicas do Brasil, a partir da qual foi criado o Museu do Homem do Sambaqui.

Uma história de amor aos estudos conduziu João Alfredo Rohr a descobertas que deixaram um legado de informações à sociedade sobre o passado de nossos ancestrais catarinenses. No caminho de João Alfredo Rohr, “uma pedra” fez muita diferença.

Sob um olhar investigativo, ele arregaçou as mangas e, como um verdadeiro desbravador, adentrou nas pesquisas do passado por meio de materiais encontrados no território catarinense, constituído de sambaquis. Tal ação enriqueceu a pesquisa arqueológica, e hoje, todas as descobertas desse estudioso estão disponíveis no Museu do Homem do Sambaqui.

Os jesuítas e a comunidade educativa do Colégio Catarinense agradecem à Fundação Catarinense de Cultura e ao Conselho Estadual de Cultura pelo reconhecimento e pela justa homenagem ao Padre Rohr.

 

 

2018-02-23T22:28:42-03:00novembro 24th, 2015|

Pe. João Alfredo Rohr será homenageado com a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Souza.

É uma honra para a comunidade escolar do Colégio Catarinense participar da cerimônia de outorga da Medalha do Mérito Cultural Cruz e Souza ao Pe. João Alfredo Rohr (in memoriam). A cerimônia acontecerá no próximo dia 23 de novembro, às 20h, no Centro Integrado de Cultura e será aberta ao público.

O Pe. João Alfredo Rohr, como ficou conhecido, nasceu em 1908, em Arroio do Meio, no Vale do Rio Taquari, à beira da Serra Gaúcha, numa comunidade formada por descendentes de alemães luteranos e católicos. No seminário, Rohr realizou seus estudos ginasiais, tendo como professores e orientadores padres e irmãos jesuítas, em sua maioria, provenientes da Alemanha. Admitido como noviço, Rohr lecionou Filosofia Clássica durante três anos, em São Leopoldo, no Seminário Provincial de Nossa Senhora da Conceição, que, administrado pelos jesuítas, formava candidatos ao sacerdócio pertencentes a diversas congregações religiosas e dioceses do Sul do Brasil.

De 1933 a 1936, deu aulas ao nível ginasial, nesse mesmo seminário, de Aritmética, História Natural e Italiano. É dessa época sua primeira experiência como administrador de um museu de colégio jesuítico, que combinava gabinetes e laboratórios de Física, Química, Astronomia e História Natural. De 1930 a 1936, Rohr também escreveu oito pequenos artigos sobre temas de História Natural que foram publicados na revista do Colégio Anchieta, de Porto Alegre. De 1937 a 1940, Rohr fez seus estudos teológicos e, em 1939, foi ordenado sacerdote.

Aos 33 anos, o Pe. Rohr foi enviado para trabalhar no Colégio Catarinense, em Florianópolis, administrado pelos padres jesuítas e fundado em 1905. De 1942 a 1964, lecionou Física, Química e Ciências Naturais, e, em decorrência de suas atividades pedagógicas, assumiu e ampliou o museu já existente no Colégio. De 1946 a 1953, foi reitor da comunidade dos jesuítas de Florianópolis, diretor-geral do Colégio Catarinense e presidente do Sindicato de Estabelecimentos de Ensino Primário e Secundário de Santa Catarina. Nesse período, empreendeu obras de ampliação e reforma do Colégio e garantiu a construção de uma casa de retiros.

Com os jesuítas, muitas áreas do conhecimento foram aprofundadas, assim foi com a Arqueologia. Como ciência que estuda a sociedade humana do passado por meio de elementos materiais, a Arqueologia tem João Alfredo Rohr como um dos pesquisadores mais ilustres de Santa Catarina. Com ele, foi edificada uma das maiores pesquisas arqueológicas do Brasil, da qual foi criado o Museu do Homem do Sambaqui.

Uma história de amor aos estudos conduziu João Alfredo Rohr a descobertas que deixaram um legado de informações à sociedade sobre o passado de nossos ancestrais que viveram no território catarinense. Entendemos que, no caminho de João Alfredo Rohr, “uma pedra” fez muita diferença.

Sob um olhar investigativo, ele arregaçou a manga e, como um verdadeiro desbravador, adentrou nas pesquisas do passado por meio de materiais encontrados no território catarinense constituído de sambaquis. Tal ação enriqueceu a pesquisa arqueológica. E hoje, todas as descobertas desse estudioso estão disponíveis no Museu do Homem do Sambaqui.

Sem dúvidas, a Pe. João Alfredo Rohr merece a homenagem por toda a sua devoção à vida em função do próximo, por promover a sua formação, compartilhar conhecimento e resgatar a história e cultura catarinense.

2018-02-23T22:28:44-03:00novembro 20th, 2015|

Colônia de Férias no Pinheiral

Durante o recesso escolar, de 14 a 19 de julho, aconteceu uma especial colônia de férias na Casa da Juventude de Pinheiral. Essa colônia de férias se diferenciou das demais por causa da sua duração, equivalente a três encontros contínuos em Pinheiral, e das novidades em relação às atividades realizadas.

             

Por ser um encontro com duração maior, os dirigentes puderam se organizar para criar diversos tipos de atividades inovadoras para os alunos, como: uma noite com rodízio de pizza, sessão de cinema e um dia inteiro de atividades temáticas ligadas a algum filme.

“Já fui a vários Pinheirais, e eu vejo a colônia de férias como uma forma de conhecer, conviver e compartilhar muitos momentos. Este Pinheiral significa muito para todos os alunos que têm a oportunidade de participar desses seis dias de brincadeiras. Formamos muitas amizades que levamos para toda a vida”, comentou Manuella Margarida Cherem Barreto, aluna do 9º C.

A colônia de férias é realizada para os alunos do Ensino Fundamental II, ou seja, do 6º ao 9º ano. E essa união de várias séries, turnos e turmas viabilizou aos participantes a criação de novos laços de amizade, deixando de lado o cotidiano da sala de aula, com a possibilidade de interagir com alunos de diferentes faixas etárias. O aluno também teve a oportunidade de amadurecer e aprender convivendo com as diferenças e limitações dos outros, valorizando ainda mais o espírito e o trabalho em equipe.

“Esse foi o meu primeiro Pinheiral, foi muito legal. No primeiro dia, eu achei que iria ser chato, mas depois fui fazendo muitos amigos e me divertindo. Eu nunca havia participado de brincadeiras tão legais e diferentes como aquelas, agora quero ir em todos os Pinheirais que eu puder”, declarou Elisa de Luna Moras, aluna do 7º B.

O Pinheiral contou com a participação de 48 alunos e 13 monitores. Entre os monitores, havia ex-alunos, alunos do Ensino Médio e funcionários do Colégio, que criaram a programação e conduziram as atividades para que todos os participantes tivessem uma semana de atividades, gincanas e muita diversão.

Para Victoria Mele, aluna do 8º ano D, foi uma experiência incrível ter passado seis dias com outras pessoas: “Fez-me aprender inúmeras coisas, como aceitar as qualidades e defeitos dos outros. Os dirigentes ajudaram muito, viraram praticamente pessoas da nossa família. Agradeço muito por ter tido a oportunidade de participar desse Pinheiral maravilhoso”.

2018-02-23T22:29:23-03:00julho 31st, 2015|

Acampamento de inverno

 

Para os alunos do Colégio Catarinense, a palavra Pinheiral é uma palavra-chave e mágica. A partir do 6º ano do Ensino Fundamental II, os alunos passam a participar de atividades formativas e lúdicas na Casa da Juventude, em Pinheiral, onde vivem experiências que marcam a história e deixam boas recordações.

Também em Pinheiral, mas não na casa, e sim em uma área de campo, são realizados acampamentos para alunos a partir do 9º ano. Neste ano, já foram realizados quatro acampamentos, com a presença de alunos e ex-alunos do CC.

Os acampamentos são realizados em meio à natureza. A sede dista em torno de 1700 metros da casa do Pinheiral. O ambiente é modesto: há um barracão simples, coberto de zinco, onde são feitas as refeições e onde acontece a maior parte da convivência. Cada participante dorme em barracas, que podem ser individuais ou seletivas. As refeições são preparadas no local do acampamento, pelos próprios participantes.

Entre os dias 11 e 14 de julho, marcando o encerramento do primeiro semestre do ano letivo e após uma semana da Olimpíada, foi realizado um acampamento de inverno. Sob a orientação do padre Nereu Fank, SJ, alunos e ex-alunos participaram do encontro.

Apesar de um período chuvoso, o acampamento seguiu a proposta de favorecer dias de convivência, recreação e formação. Foram feitas trilhas, partilhas, momentos de oração e outras atividades lúdicas.

2018-02-23T22:29:27-03:00julho 16th, 2015|

Recreio musical divulga Festival da Canção e o Pinheiral Musical

 

Nesta sexta-feira (19), a escola de música Roberto Ceccato realizou apresentações musicais no Colégio Catarinense para divulgar o Festival da Canção, previsto para o dia 24 de setembro e o Pinheiral Musical. Neste mesmo dia também foi realizado o IV Fórum da Juventude, que faz alusão à festa de São Luiz Gonzaga.

As apresentações aconteceram durante os intervalos das aulas dos períodos matutino e vespertino, fazendo parte das diversas iniciativas formativas, pedagógicas, culturais e humanitárias promovidas pelo Colégio Catarinense.

No período vespertino, a apresentação musical ocorreu após o término do Fórum da Juventude, que foi realizado no Auditório João Paulo II, com a presença de educadores e alunos do Ensino Médio. Este evento se integra nos trabalhos formativos desenvolvidos com os alunos pelo Setor de Pastoral e Orientação Religiosa e tem o intuito de debater ideias, projetos de lazer, trabalho e educação.

Um novo recreio musical está previsto para o próximo dia 23 de junho e contará com a presença da banda de professores do CC.

2018-02-23T22:29:39-03:00junho 19th, 2015|

Acampamentos no Pinheiral


Entre as atividades lúdicas, recreativas e formativas que o Colégio Catarinense oferece estão os acampamentos no Pinheiral. Esse projeto existe há décadas e foi retomado no ano de 2014, sob a orientação do jesuíta Luiz Carlos Campos, SJ, hoje estudante de Teologia em Bogotá.

O acampamento é realizado em meio à natureza. A sede dista em torno de 1700 metros da casa em Pinheiral, cujo ambiente é modesto: há um barracão simples, coberto de zinco, onde são feitas as refeições e onde acontece a maior parte da convivência. Os participantes dormem em barracas, que podem ser individuais ou coletivas. As refeições são preparadas no local do acampamento, pelos próprios participantes.

Neste último fim de semana, dias 20 a 22, foi realizado o primeiro acampamento deste ano. Participaram 19 alunos e ex-alunos que exercem alguma atividade de voluntariado em obras de caridade em Florianópolis, sob a orientação do padre Nereu Fank, SJ.

Outros acampamentos para o ano de 2015 já foram agendados, com alunos do 9° ano e do Ensino Médio. O próximo acampamento acontecerá na Semana Santa, entre 02 e 04 de abril, quando se deseja oferecer aos alunos uma experiência de fé, a partir dos mistérios pascais.

Os acampamentos têm uma proposta de convivência, recreação e formação. Há diversas atividades que podem ser realizadas: trilhas, momentos de reflexão e espiritualidade, música, circuitos, banhos na cachoeira, preparação das refeições e muitas outras.

Depoimento do voluntário Vinícius Sarmento Simas:
Pinheiral é um lugar diferenciado. Seja por sua atmosfera, biodiversidade e até mesmo pela energia do lugar. Um local realmente abençoado por Deus, onde se nota um grande carinho por parte de todos que passam por lá.
A grande verdade é que a vida é feita de bons momentos, e esse é um dos pontos fortes desse acampamento, que não deixa de ser uma convivência,  que passamos nesse curto fim de semana que será eternizado na vida de todos os participantes. Pinheiral é um lugar para reforçar e fazer novas amizades, assim como para aprender grandes lições de vida, afinal, somos privilegiados por ter essa oportunidade entre milhões de outros.
Só temos que ser gratos por tudo e valorizar cada minuto que passamos. O que vamos levar de Pinheiral? Grandes experiências de vida no que diz respeito a relacionamento de grupo, divisão de trabalho, espiritualidade e principalmente boas risadas com boas companhias.

2018-02-23T22:30:10-03:00março 25th, 2015|
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